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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O bebê de Rosemary - Ira Levin


"Alugando um apartamento em antigo prédio de Nova Iorque, os recém-casados Rosemary e Guy Woodhouse organizam suas vidas com pequena ajuda dos vizinhos Minnie e Roman Castevet. Guy é ator e luta por um papel de destaque, enquanto Rosemary decora com ar mais alegre o apartamento onde anteriormente foi cometido um crime. Guy consegue um papel graças a um acidente com o ator titular e, logo depois, Rosemary tem um pesadelo no qual é possuída pelo demônio. Passado algum tempo, Rosemary descobre que está grávida e é tratada por Minnie e o médico desta, Dr. Sapirstein com vitaminas especiais. Fatos estranhos levam Rosemary a desconfiar que todas estas pessoas estão envolvidas com magia negra e desejam possuir o filho dela que vai nascer."

Pessoal, o que há com essas pessoas que disponibilizam sinopses na internet? Fiquei indignada procurando uma legal sobre esse livro para colocar aqui no blog e encontrei várias, mas que contavam praticamente o livro todo, cheias de spoilers! Tive que dar uma cortada em várias coisas nessa que eu escolhi para ninguém me acusar de contar o final do livro.

Bem, vocês já me conhecem um pouquinho, e sabem que eu sou uma romântica incorrigível e que adoro um bom livrinho com aqueles mocinhos maravilhosos e finais felizes, porém, um terrorzinho forofada de vez em quando cai bem e muito bem. O bebê de Rosemary então, é farofada que não acaba mais, mas sem dúvida, muito divertido!

Tudo começa quando o casal apaixonado Guy e Rosemary se mudam para um apartamento de seus sonhos, mesmo depois de terem sido alertados que coisas estranhas já tinham acontecido naquele prédio, coisas como suicídios, rituais estranhos, canibalismo e tudo mais. Entretanto, eles ignoram os avisos de amigos e vão morar lá felizes da vida. Logo, conhecem um casal muuuuuy simpático e acabam se tornando amigos. Com o passar do tempo, coisas estranhas vão acontecendo, e Rosemary fica grávida... bem... a partir daí não dá para contar mais nada, senão, perde a graça. Se bem que um clássico como esse, todo mundo sabe a história!

Como eu falei anteriormente, eu acho esses livros de terror uma verdadeira fanfarronice. Não que as histórias sejam ruins. Muito pelo contrário, são boas e nos deixam muitas vezes com os cabelos em pé. Neste caso, o livro tem uma história muito boa, mas quando chega no final, a descrição do bebê e a maneira como Rosemary aceita seu "destino" é um tanto quanto tosca. Não sei se o autor escolheu terminar o livro assim porque ele tem uma continuação (que eu tenho lá em casa, mas não vou ler agora hihihihi). Espero que sim!

De qualquer maneira, acho que sempre vale a pena pegar um tempinho da vida para ler esses clássicos do terror, pois eles são infinitamente mais legais do que os terrores atuais. Naquele tempo, pelo menos, tudo era muito original, hoje em dia, tudo é apenas imitação. Quantos filmes de mulheres que engravidam de bebês-demônios já não vimos no cinema? E O bebê de Rosemary (pelo menos que eu saiba) é original de fábrica!!! Bem, acho que falta muita criatividade nos escritores de hoje em dia!

Agora eu quero ver o filme!!!

Bjs