
"Um grupo de mercenários disfarçados de monges rouba ossos dos Reis Magos e extermina fiéis com hóstias envenenadas. Ao seguir a única pista deixada pelos assassinos o símbolo de dragão na roupa do líder, a equipe de Gray Pierce se depara com um segredo sagrado há muito perdido e que colocará as chaves do mundo na mão do seu descobridor. É impossível largar esse romance enquanto não terminar a corrida contra o tempo para salvar o planeta de uma fraternidade tão antiga e secreta quanto mortal."
Gente!!! Isso não é um livro, é uma enciclopédia ambulante!!! Nunca aprendi tanta coisa de história, geografia, simbologia e religião!!!
Pois é, sabe aquele livro que você não conhece o autor, mas achou a sinopse o máximo e colocou na cabeça que tinha que ler??? Pois é, foi isso que aconteceu com O mapa dos ossos. Acabou que depois de um tempo, meu noivo comprou a trilogia e eu, claro, não tardei em me interessar em ler.
Desde o começo já deu para perceber que o enredo era de tirar o fôlego, embora a sinopse na contracapa do livro seja muito confusa. Não deu outra. O livro é ação do começo ao fim, e tem até um romancezinho coadjuvante para dar uma graça.
Não tem como explicar exatamente sobre o que se trata, mas vou tentar resumir. Um massacre em uma igreja na Alemanha, durante uma missa acontece e também o roubo de uma relíquia de valor inestimável - os ossos dos Reis Magos bíblicos. Entretanto, o método utilizado para o assassinato de todas as pessoas que estavam na igreja é muito curioso e desencadeia muitas dúvidas. Entra em ação então a Força Sigma, que dispõe de "soldados" MEGA-INTELIGENTES, além de competentes, para a missão de descobrir o que há por trás de tudo isso. Juntamente com esses soldados, existe a tenente Rachel Verona e seu tio (fofo, querido, que eu adoraria ter como meu personal-sabe-tudo-para-horas-de-encrenca), que também foram designados para desvendar o mistério. Mistério esse que MEU DEUS! Envolve tanta coisa que se eu resumisse iria se tornar um post-testamento. Portanto, vou deixar o gostinho da dúvida com vocês e a certeza de que é um livrão com toques de "Código da Vinci", só que menos divulgado.
Quanto aos personagens centrais do livro, eu já citei o Tio Vigor que é um amor, mas sua sobrinha... ela começa o livro como tenente durona, cheia de marra e o termina como mocinha assutada e em perigo que o espetáculo do Gray tem que salvar. Acho até legal esse papelzinho de donzela em perigo, mas não em uma policial, e não o tempo todo! Fazer um charminho até tudo bem, né???
Aliás, eu já falei que o Gray é um espetáculo?????? Nooooossa!!! *suspira* - espero que nos outros livros ele encontre uma mulher mais a sua altura!!!
Bem, recomendadíssimo para os amantes dos livros que nos deixam sem fôlego do início ao fim e para aqueles que adoram histórias cheias de informações linkadas umas nas outras, que muitas vezes nos fazem pirar e pensar: como esse autor conseguiu pensar em tudo isso???
Bjks