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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Medo Mortal - Robin Cook


Gosto muito do Robin Cook, da maneira como ele escreve, como constrói seus suspenses de um tema muito interessante: como a medicina também pode ser cruel e ao invés de criar a cura para as mais diversas doenças, pode criar catástrofes apenas por ganância.

Essa então é a premissa de Medo Mortal - vários pacientes aparentemente saudáveis do Dr. Jason Howard estão morrendo de forma absurda, como se tivessem muito mais idade do que realmente tinham. No início, ele acha que se trata de uma epidemia gravíssima, mas quando um famoso cientista morre sob as mesmas condições perturbadoras é que ele começa a investigar e descobre que por trás dessas mortes existe um propósito maior, o de fazer dinheiro a todo custo.

Gostei do livro. Não é o meu preferido dele, perdendo de longe para Sinais Vitais, que é magistral. Achei o suspense bom, coerentemente criado, a história bem contada, mas os personagens são sem-graça. Achei o Dr. Jason meio chatinho e não consegui compreender como a simpática personagem de Carol, dançarina de boate que o ajuda a desvendar o caso (e que por acaso vai fazer doutorado em psicologia - uau!) e que é a mais legal do livro, consegue aturar o mala do médico e ainda se apaixonar por ele. Além disso, descobri logo de início quem estava tramando a parafernália toda.

Esquecendo essas questões acima, o livro é muito interessante e vale a pena ser lido. Apesar da linguagem médica sempre atordoante, que já é característica de Cook (que aliás, era muito bonito quando jovem, vide a contracapa do livro), é fácil de ler e dá para terminar de um fôlego só. Além disso, nos faz pensar o quão grande pode ser a ganância do ser humano, a ponto de tirar vidas para fazer mais dinheiro, afinal, isso pode ser apenas um livro de ficção, mas que podia muito bem ser real, podia!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Fotinho da sessão: E olha que eu não bebo!

Sim, essa perua sou eu no aniversário da minha cunhadinha de 11 anos!

Não sei porque eu resolvi postar essa foto aqui pois não tem nada a ver com livros...

Digam que eu não estou a cara da Carmem San Diego hehehehe (sem metade do charme é claro!!!)

sábado, 16 de janeiro de 2010

A ledora de rendas - Brunonia Barry


"Meu nome é Towner Whitney. Não, isso não é bem verdade. Meu nome mesmo é Sophya. Jamais acredite em mim. Eu minto o tempo todo. Sou uma mulher louca... Esta última parte é verdade."

Quando li essa primeira frase deste livro em uma das minhas visitas à Saraiva, somada com uma sinopse atraente eu falei: Preciso lê-lo. Sempre fui atraída por histórias de mulheres com dons especiais, ainda mais as perturbadas. A capa com uma mulher muito parecida com a Winona Ryder e a história passada em Salem foram também chamativos para que eu dissesse: "Oba! Deve ser parecido com As bruxas de Salem!" Que nada! Depois da primeira frase o livro foi só decepção!

Towner é realmente uma mulher perturbada, mas não no bom sentido. Ela é chata, monótona e sinceramente a história é toda assim.

Sabe quando você começa a ler um livro, vai passando de página em página e é como se a história não evoluísse? Pois é, foi o que aconteceu com A ledora de Rendas. Não sei se foi porque eu já estava meio de saco cheio de histórias lentas depois de ler Labirinto, mas só sei que não consegui ir muito longe nesse e confesso que pulei muuuitas páginas, e quer saber? Não perdi nada! Cada conjunto de páginas que eu pulava dava em uma outra parte da história e nada tinha mudado ainda.

Bem, o que acontece... essa Towner aí tem uma família estranha onde todas as mulheres são ledoras de rendas, ou seja, elas preparam o tecido e depois conseguem ver o futuro das pessoas nos desenhos que se formam. Sua mãe May criou uma espécie de abrigo para mulheres agredidas e com problemas, onde elas faziam suas rendas e vendiam e sua tia-avó Eva, uma senhora idosa (assanhada), que foi quem criou a moça na realidade, desaparece. É nesse momento que Towner, que tinha ido embora da cidade após sua irmã gêmea ter cometido suicídio, volta.

Logo nas próximas páginas descobrimos que Eva está morta, mas a presença dela ainda é sentida pela sobrinha.

Ah!!! Tem um romance também no livro... ou pelo menos a promessa de um, já que eu não consegui sentir graça nenhuma nessa parte, e olha que eu sou uma romântica incorrigível!

Bem, fico por aqui!!! Preciso encontrar um livro mais eletrizante para ler antes que eu fique traumatizada!!!

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Jacob - Jacquelyn Frank


Que emoção!!! Meu primeiro post do Desafio Literário!!!

Bem... existe uma frase para descrever esse livro: "Jesus, me abana!" - tudo é quente nessa história, especialmente o protagonista.

Jacob é um demônio. Sim, aliás, logo no início do livro, lemos uma passagem onde a autora nos conta que ele é um demônio chamado "Defensor", que existe para colocar medo nas crianças para que os pais pudessem controlá-las melhor.

Mas então, apesar disso, que foi a única coisa meio estranha que eu li no livro, é uma linda história de amor, que apesar de ser um romance sobrenatural, nos faz quase acreditar que esses seres da noite existem, e é claro, nos faz desejar que eles realmente apareçam em nossa vida sem aviso. Isabella também é a parceira perfeita para Jacob, engraçada, corajosa e apaixonada por ele (o que não é tão difícil.)

Eu li a resenha desse livro no blog da Ale e concordo com ela que a autora é mesmo muito boa. Na verdade, eu gosto muito de livrinhos de banca, apesar de nunca postar resenhas sobre eles. Quando eu trabalhava, eu lia praticamente um por dia em e-book em meus momentos de tédio. Adoro histórias de sheiks, clássicos históricos, sobrenaturais... gosto muito mesmo!!! Adoro suas capas, especialmente as com o John De Salvo, enfim... sou fã mesmo! Acredito sinceramente que Jacob é superior a muitos livros de banca e o recomendo!!! Vou COM CERTEZA ler os outros livros e acho que vou adorar!

Ah... adorei a idéia do livro do noivo ter que carregar a noiva até o altar no casamento!!! Ainda mais para mim que sou MEGA-DESASTRADA!!! Tenho medo de levar um tombo no meio do caminho e isso ficar registrado para o resto da minha vida!!! Vou dar essa idéia para o meu noivo, o que vocês acham???

Bjs!



segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Minha foto com o Edward!


Legenda: Quem não tem o que fazer... dá nisso!!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Labirinto - Kate Mosse


Confesso que tive muito medo de começar a ler esse livro. Duas amigas minhas cujas opiniões eu levo muito em consideração, ainda mais no quesito literatura, pararam de lê-lo muito antes da metade. Apesar disso, eu fui teimosa e o peguei emprestado com uma delas e comecei a ler.

Desde o início, eu senti que ia ser um livro pelo qual eu ia me arrastar bastante, e não deu outra... de acordo com meu histórico de leitura no Skoob, eu comecei a ler dia 25/12/2009 e só fui terminar agora - 07/01/2010.

O livro conta a história de duas mulheres - Alice e Alais - cada uma em sua época, dias atuais e era Medieval, respectivamente. Ambas têm uma ligação muito forte com um segredo que está ligado à existência do Graal e cada uma tem sua dose de sacrifício para salvar esse segredo e também sua vida.

Não que o livro seja ruim... está longe disso, mas não é uma história que empolgue, daquelas que você tem vontade de largar tudo o que está fazendo para ler e saber o que vai acontecer em seguida. Entretanto, Kate Mosse construiu uma "aventura" com toques de suspense muitíssimo instigante, que seria um livro mais do que imperdível, se ela não pecasse pelo excesso de detalhes.

Eu sei que detalhes são importantes em um livro. São praticamente indispensáveis para que o leitor imagine os personagens, os ambientes, os objetos... ainda mais em um livro com uma grande parte passado há muitos séculos atrás, onde não temos uma noção muito vívida de como eram as coisas. Gostei particularmente da riqueza com que ela explorou essa parte "medieval" da história e me vi fascinada pelos personagens ricos, especialmente por Bertrand, pai de Alais, que é de longe meu personagem favorito do livro. Porém, as partes do livro passadas nos tempos atuais não me prenderam tanto. Alice não é uma tão interessante como eu esperava que ela fosse e me vi um tanto entediada em diversas partes da história.

Não é difícil associar esse livro com outroa como Código Da Vinci por exemplo. Apesar disso, se formos comparar, a leitura de Dan Brown é mais ágil e dinâmica, mais fácil. talvez.

Não acho que Labirinto seja um livro que eu vá ler novamente algum dia. Na verdade, nem sei se vou ler Sepulcro, apesar da história ter me interessado mais. Quem sabe???

Bem, achei uma música que me remeteu a esse livro. Vale a pena ouvir, apesar de eu não gostar muito da voz da vocalista.



quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Primeiro conto!


Pessoal, não sei se vocês já sabem, mas além de ávida leitora, eu tenho uma veia de escritora no meu sangue. Escrevo de tudo, livros, contos, poesias...

Tenho o sonho de seguir carreira de escritora e acabei de dar meu primeiro passo.

Depois de muito relutar, eu postei no 4shared meu primeiro conto. Na verdade, é o primeiro capítulo de uma história bem maior. Primeira de várias que serão postadas, assim eu espero!

Gostaria que vocês lessem e me dessem sua opinião sincera, por favor!


http://www.4shared.com/file/189700136/5b6a464c/ENTRE_O_CEU_E_O_INFERNO_Cap1.html