
"Meu nome é Towner Whitney. Não, isso não é bem verdade. Meu nome mesmo é Sophya. Jamais acredite em mim. Eu minto o tempo todo. Sou uma mulher louca... Esta última parte é verdade."
Quando li essa primeira frase deste livro em uma das minhas visitas à Saraiva, somada com uma sinopse atraente eu falei: Preciso lê-lo. Sempre fui atraída por histórias de mulheres com dons especiais, ainda mais as perturbadas. A capa com uma mulher muito parecida com a Winona Ryder e a história passada em Salem foram também chamativos para que eu dissesse: "Oba! Deve ser parecido com As bruxas de Salem!" Que nada! Depois da primeira frase o livro foi só decepção!
Towner é realmente uma mulher perturbada, mas não no bom sentido. Ela é chata, monótona e sinceramente a história é toda assim.
Sabe quando você começa a ler um livro, vai passando de página em página e é como se a história não evoluísse? Pois é, foi o que aconteceu com A ledora de Rendas. Não sei se foi porque eu já estava meio de saco cheio de histórias lentas depois de ler Labirinto, mas só sei que não consegui ir muito longe nesse e confesso que pulei muuuitas páginas, e quer saber? Não perdi nada! Cada conjunto de páginas que eu pulava dava em uma outra parte da história e nada tinha mudado ainda.
Bem, o que acontece... essa Towner aí tem uma família estranha onde todas as mulheres são ledoras de rendas, ou seja, elas preparam o tecido e depois conseguem ver o futuro das pessoas nos desenhos que se formam. Sua mãe May criou uma espécie de abrigo para mulheres agredidas e com problemas, onde elas faziam suas rendas e vendiam e sua tia-avó Eva, uma senhora idosa (assanhada), que foi quem criou a moça na realidade, desaparece. É nesse momento que Towner, que tinha ido embora da cidade após sua irmã gêmea ter cometido suicídio, volta.
Logo nas próximas páginas descobrimos que Eva está morta, mas a presença dela ainda é sentida pela sobrinha.
Ah!!! Tem um romance também no livro... ou pelo menos a promessa de um, já que eu não consegui sentir graça nenhuma nessa parte, e olha que eu sou uma romântica incorrigível!
Bem, fico por aqui!!! Preciso encontrar um livro mais eletrizante para ler antes que eu fique traumatizada!!!
Towner é realmente uma mulher perturbada, mas não no bom sentido. Ela é chata, monótona e sinceramente a história é toda assim.
Sabe quando você começa a ler um livro, vai passando de página em página e é como se a história não evoluísse? Pois é, foi o que aconteceu com A ledora de Rendas. Não sei se foi porque eu já estava meio de saco cheio de histórias lentas depois de ler Labirinto, mas só sei que não consegui ir muito longe nesse e confesso que pulei muuuitas páginas, e quer saber? Não perdi nada! Cada conjunto de páginas que eu pulava dava em uma outra parte da história e nada tinha mudado ainda.
Bem, o que acontece... essa Towner aí tem uma família estranha onde todas as mulheres são ledoras de rendas, ou seja, elas preparam o tecido e depois conseguem ver o futuro das pessoas nos desenhos que se formam. Sua mãe May criou uma espécie de abrigo para mulheres agredidas e com problemas, onde elas faziam suas rendas e vendiam e sua tia-avó Eva, uma senhora idosa (assanhada), que foi quem criou a moça na realidade, desaparece. É nesse momento que Towner, que tinha ido embora da cidade após sua irmã gêmea ter cometido suicídio, volta.
Logo nas próximas páginas descobrimos que Eva está morta, mas a presença dela ainda é sentida pela sobrinha.
Ah!!! Tem um romance também no livro... ou pelo menos a promessa de um, já que eu não consegui sentir graça nenhuma nessa parte, e olha que eu sou uma romântica incorrigível!
Bem, fico por aqui!!! Preciso encontrar um livro mais eletrizante para ler antes que eu fique traumatizada!!!






