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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Adeus, Janette - Harold Robbins


"No centro da história, estão três mulheres, tão sensuais e excitantes como somente Harold Robbins pode criar: Tanya cujo extinto para a sobrevivência levou-a dos sofrimentos da Polônia em tempo de guerra para o controle de uma vasta fortuna, cuja intensa sexualidade desperta nos homens paixões que ela não pode controlar...e que acabam por destruí-la.Janette, filha mais velha de Tanya, cuja beleza e sensualidade superam até mesmo as da mãe, que sobrevive a uma infância de extremo terror e perversão sexual, para conquistar o mundo internacional: famosa, rica, vitoriosa, elegante...mas jamais livre do passado...Lauren meia-irmã de Janette, procurando levar uma vida liberada, cuja beleza a transforma na grande sensação do mundo da moda e a atrai para o turbilhão de um crime que foi cometido antes de seu nascimento... "

Se eu tivesse que usar uma palavra para descrever este livro, eu diria: RIDÍCULO!

Já conheço bem a fórmula dos livros de Harold Robbins: mulheres lindas, vulgares, drogas, bebida e muito sexo. Mas, no meio de tudo isso, você encontra uma boa história e personagens marcantes. O que não foi nem de longe o caso de Adeus, Janette. Deixando de lado o fato (para mim, no mínimo bastante relevante) de que o livro não tem sentido algum, ainda presenciamos "cenas" do mais puro sexo pervertido, uso deliberado de drogas, mostrando que elas te ajudam em situações difíceis (olha que exemplo!!!) e a vulgarização do amor de todas as formas.

Bem, deixa eu tentar explicar (se é que eu vou conseguir) a história (se é que existe uma). Tanya é linda e mega-esperta. Ela se torna governanta e se envolve com um capitão rico, que apesar de ter mulheres e filhos, a toma como amante e deixa TODO O SEU DINHEIRO para ela! Consequentemente, quem se dá bem é sua filha, a linda Janette, que a exemplo da mãe, também passa a usar o sexo para conseguir as coisas que quer. E vira uma executiva da moda. Ainda temos também a irmã de Janette, a também belíssima Lauren. Essa, é a melhorzinha do livro em matéria de vulgaridade (não que ela não seja vulgar). Mas para compensar a falta desse atributo, ela é completamente viciada em drogas. E o mais interessante é que Robbins em nenhum momento faz alguma objeção a isso no livro. Todo mundo acha normal a atitude delas.

Além de tudo isso, não consegui encontrar nenhum personagem masculino interessante no livro. Talvez, quem sabe Johann, o tutor de Janette e Lauren, mas mesmo assim o achei um tanto quanto bobão.

Não sou nenhuma puritana. Muito pelo contrário... gosto de livros de romance, inclusive os de banca que com certeza estão longe de terem censura livre, mas gosto de ler livros onde o sexo não é simplesmente banalizado e transformado em uma coisa nojenta e pervertida. Pelo menos essa é minha opinião! Respeito a opinião dos que gostaram! E apesar disso, vou tentar continuar com a imagem de Harold como o brilhante autor de livros como 79 Park Avenue e Uma prece para Danny Fisher.

17 comentários:

  1. Ui, vou passar longe desse livro, rsrs...

    Tem um selinho pra vc lá no meu blog! Depois veja lá :)

    Beijooo

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  2. Nossa... desse com certeza eu vou passar longe...rss

    bjs

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  3. Se você parar pra pensar a época ambientada no livro, você vai entender pq Harold Robbins trata as drogas como ajuda e algo natural. Sobre a sexualidade, sim sexo não é todo como é retratado no livro, mais saiba que o que está escrito no lnão tem nada de anormal, é algo que ocorre com frequência. Não sei a sua idade, mais uma pessoa adulta e com experiência de vida, não vê nada de absurdo. Até as as seções sadomaxoquistas são comuns, essa é a vida real, e o autor procurou retratá-la, a vida camuflada, já vemos todos os dias.

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  4. Quero ler este livro
    com urgencia

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  5. Realmente muito bom saber. Tenho esse livro e um outro chamado Amulher só do Harold e nunca consigo chegar nem mesmo no meio desse livro. Concordo plenamente sobre o que vc disse sobre "muito sexo" é realmente absurdo.
    Fico feliz de ter encontrado outra pessoa que conhecia este autor, estava começando a achar que ele não existe XDXD

    beijos

    Hellen

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  6. Este comentário foi removido pelo autor.

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  7. Eu li 79 Park Avenue,no inicio da minha adolescência, e fiquei super deprimida - acredita?!Credo.
    Lendo tua resenha me lembrei desse livro;tive um trabalhão para me libertar dele.Um horror!

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  8. Este comentário foi removido pelo autor.

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  9. gente vcs nao sabem do que estao dizendo, esse livro é muito criativo, tem romance, tem claro luxuria e isso é um fato que drogas estão presentes na vida dos ricos... adoro Janette segura de si...
    pra quem tem bom gosto fica a dica

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  10. Adooooooooooooooooorei , apenas do fato das drogas sãoo chatos , mas tirando isso , amei amei amei !!!!

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  11. Eu adoro esse livro, acho muito mais excitante ler um livro como adeus janette do que ver un filme erótico ...... não existe prazer sem dor ..... adoro mulheres lindas e cheias de problemas reais, pq eh a maos pura verdade gente rica se droga muito mais q pessoas pobres, sabe pq? ? Pq podem! !!!!

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  12. O livro é ótimo, a questão é que você tem que saber que enfoque dará à ele, você pode optar por parecer imaturo e focar no sexo, ou seguir a linha de raciocínio do autor e visar a trama, que é muito boa.
    O sexo e as drogas são realmente elementos marcantes no livro, mas na época em que a história se passa eram temas marcantes, e, de fato, comuns de se ver.
    Não é como se Robbins estivesse fazendo "propaganda" do uso de drogas ou até mesmo influenciando alguém a fazer tal uso, você tem opinião própria, nós temos, e não é um livro que vai nos "obrigar" a fazer algo ou colocar um cigarro de maconha na nossa boca.
    Como qualquer outro livro, temos que saber fitra-lo se quisermos saber qual é realmente a parte em que se deve prestar atenção.

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  13. Uma prece para Danny Fisher., foi o melhor livro do Harold Robbins!

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  14. EU ADOREI ESSE LIVRO, MAS CADA UM TEM SEU GOSTO E SUA OPINIÃO.

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  15. Eu adoro este livro. Considero as personagens mulheres objetivadas que correm atras do que desejam. Recomendo.

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