Livros de Bia Copyright 2009 - All Rights Reserved
Layout by Era Eclipse (André Siqueira)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A vizinha - Barbara Delinsky

Um leve suspense nos é apresentado neste livro pela competente Barbara Delinsky. Um jovem e bela mulher, um tanto quanto anti-social está grávida. Todos se perguntam quem é o pai da criança, uma vez que ela dificilmente recebia visitas em casa, apenas de seus três vizinhos, todos casados.

Graham é bonitão, casado com Amanda. Completamente apaixonado pela esposa, vive um dilema. Quer ter filhos, mas Amanda não engravida de jeito nenhum. Pressionados pela família dele, o casal começa a tentar vários métodos artificiais para que ela conceba e nada. Isso gera conflitos no casamento, pois o sexo se torna praticamente uma obrigação e eles não mais se entendiam como antes.

Russ, do segundo casal, vive um casamento estável, mas tem todas as oportunidades de trair a esposa Georgia, uma empresária bem sucedida que viaja a trabalho sempre e deixa os filhos sob os cuidados do marido que é colunista e trabalha em casa.

Lee, o último marido, é infiel e tem um histórico bem forte de amantes, que deixaram sua esposa Karen muito desconfiada. Karen tem seus valores como mulher, mas por ser dona de casa, é um pouco descuidada com a aparência e muito insegura.

Durante o livro, vamos tentando adivinhar qual deles é o pai da criança. Na verdade, nos mostram também outros personagens que podem ter tido um caso com Gretchen e gerado o bebê. Começamos a ver também as relações entre esses casais se fortalecendo ou desmoronando mediante a falta de confiança que vai se formando entre eles.

Eu comecei a ler A vizinha antes de minha viagem para Angra e quando voltei, estava desesperada para ler um livro, fosse ele qual fosse. Antes de viajar, eu o estava achando muito mais ou menos mas quando retomei a leitura passou a ser bem mais agradável. Não sei se é porque eu estava tão disposta a ler que acabaria gostando de qualquer coisa, por isso, digo que gostei do livro mas não sei se minha opinião pode ser muito válida nesse caso.

Achei a história simples mas muito bem pensada... um suspense sem mortes, sem sangue, mas uma lição do comportamento humano. O amor de Amanda e Graham é muito bonito e sólido, mesmo com as desconfianças e o mundo parecendo estar contra eles. Vamos tomando carinho por eles e por outros personagens que são meros coadjuvantes, mas todos com uma história interessante para contar.

De tudo, o que mais me deixou decepcionada foi o final. Achei-o um pouquinho superficial e alguns desfechos ficaram corridos ou nem mesmo aconteceram. Não vou entrar em detalhes para não usar spoilers, mas acredito que outros tenham tido a mesma opiniao que eu!!!

Bjks pessoal...

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Back from paradise!!!


Oi pessoal!!!

Só avisando que eu estou de volta das minhas férias Carnavalescas em Angra dos Reis!!! Em breve fotos no Orkut e aqui também!!!

Nesse meio tempo não li nem bula de remédio, por isso vou ter que colocar minha leitura em dia de maneira voraz!!!

Bjs cheios de saudades!!!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Cartas na mesa - Agatha Christie

Já faz algum tempo que eu ando travando uma relação de distância com tia Agatha Christie. Ela é sem dúvida uma das minhas escritoras favoritas, adoro Hercule Poirot, amo Miss Marple, mas todos os livros dela que eu começava a ler, acabava sempre deixando pela metade, entediada com o desenrolar dos mesmos.

Decidi então tentar mais uma vez e escolhi Cartas na mesa, cuja edição é exatamente essa da foto e eu não tinha nem a sinopse na contracapa do livro para me dar uma direção do que iria acontecer. Melhor assim, pensei eu, e iniciei a leitura.

Não é exatamente daquelas melhores histórias da Rainha do Crime, que você mal consegue largar como O caso dos dez Negrinhos, Treze à mesa ou Um crime adormecido, mas flui tranquilamente e em nenhum momento você tem noção de quem é o assassino.

O enredo constitui em uma festa na casa de um homem excêntrico onde os seus oito convidados começam duas partidas de bridge - quatro em cada mesa. Uma dessas mesas é formada por pessoas normais, sendo que todas têm um segredo e um crime na consciência e na outra, quatro detetives, um deles o nosso amado Poirot e outro, Ariadne Oliver, também nossa antiga amiga. Em um certo momento da noite, descobre-se que o anfitrião foi assassinado. E então? Qual dos outros quatro participantes da festa é o culpado?

Todos parecem extremamente suspeitos e ao mesmo tempo inocentes. Até o minuto final do livro ainda não se tem certeza de quem é realmente o assassino e mais uma vez a massa cinzenta brilhante do nosso belguinha favorito chega a uma conclusão totalmente inesperada!

Então voltei às boas com a velhinha Christie e fiquei muito feliz com isso, afinal, não há cabecinha mais fértil nesse mundo para um bom crime.

Bjs (sem músicas hoje!!!)

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Homens de cinza / Mulheres de água - Gabriel Chalita

Como eu já disse anteriormente, não sou muuuuito fã de livros de contos. Gosto quando o autor se aprofunda no personagem, cria-lhe uma história, mostra seu passado, presente e a história nos encarrega de imaginar qual será o seu futuro. Aceitei mais uma vez portanto, o desafio de ler um livro de um tema que não me agrada muito, pois acredito que nossos gostos podem mudar ou podemos nos surpreender com uma coisa a ponto de acrescentar mais uma coisa boa em nossos hábitos.

Bem, li os dois livros muito rápido (até porque não são muito longos) e mais uma vez me surpreendi interessada nas histórias. É impossível não se identificar com um dos personagens que Chalita criou, ou até mesmo com mais de um. Suas histórias são muito simples e cotidianas, mas cada uma tem aquela "liçãozinha de moral" que nos faz pensar na vida e em como a temos vivido.

Dos dois livros, por incrível que pareça, me vi mais entretida no "Homens de cinza", apesar de ser mulher. Achei a maioria dos personagens muito simpática, mesmo com seus defeitinhos totalmente humanos. A história "O romântico ou o Lamuriento" foi a mais gracinha de todas e eu até fiquei comovida no final.

Não posso dizer que Gabriel Chalita tem uma escrita genial, mas ele sem dúvida é um bom observador de pessoas e um excelente contador de histórias. Recomendo o livro, e acho interessante falar também que li os contos fora de ordem em diferentes momentos do dia. Simplesmente abria em uma página e começava a ler a história. Achei que assim a leitura ficou mais fácil e gostosa.

Segue o site para vocês conferirem mais sobre os livros:
http://www.contosgabrielchalita.com.br/

Bjs e bom final de semana!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Uma voz na escuridão - Sandra Brown


Sabe aqueles livros que você se surpreende a cada página, tem vontade de ler na cozinha, no banheiro, no shopping, no cinema e deixa até de dormir para saber o que vai acontecer no próximo capítulo? Se é um desses que você está precisando, não hesite em escolher "Uma voz na escuridão"!

Paris Gibson é uma mulher solitária que vive isolada do mundo, sendo seu único contato com ele, a rádio onde trabalha. Paris é muito boa no que faz, tanto que os ouvintes a adoram e ligam durante a madrugada para seu programa pedindo conselhos dos mais diversos assuntos. Um desses ouvintes tem o codinome Valentino e o recado que ele tem para a locutora é que ele sequestrou sua namorada e pretente torturá-la e matá-la em setenta e duas horas.

Desesperada, sem saber se a confissão se tratava ou não de um trote, Paris recorre à polícia e descobre que o psicólogo responsável em traçar perfis psicológicos de assassinos para a polícia era Dean Malloy (ai, ai), um antigo amor.

A história de Dean e Paris é um caso a parte na história, mais uma das sensacionais tramas que Sandra Brown criou em sua história incrível.

Bem, enquanto lemos o livro, nos deparamos com diversos possíveis suspeitos e ficamos cada vez mais tensos porque o tempo vai passando e a vida de Janey, a menina sequestrada (que de vítima e santa não tem nada) vai ficando por um fio. Além disso, Valentino promete que depois de Janey, será Paris a ter o mesmo destino, e ela passa então a temer pela própria vida.

Sandra Brown entrou na minha lista de autoras geniais. Comparo o estilo dela com o de Erica Spindler, ágil, tenso e definitivamente recomendável!

E para não perder o costume, pensei numa música que acho que tem tudo a ver com o livro - chama-se Call me in the name of death da banda Hangar. Aliás, o cd deles, único lançado, conta a história de um serial killer em cada uma das músicas. É pessoal, aos poucos vou mostrando meu lado malvadinho de metaleira para vocês!

Ah, não posso deixar de mencionar que a banda Hangar é brasileira e é muito simpática (tirando o baixista). Eu tive o prazer de tocar no mesmo evento que eles com a minha antiga banda Sonnora em Teresópolis - RJ.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Somewhere in time...

Apesar de ser uma jovem de 23 anos, eu tenho uma paixão absoluta por filmes antigos, paixão essa adquirida em tardes passadas com a minha avó (a mais linda diga-se de passagem e mais perfeita cozinheira do mundo), onde assistimos maravilhosos clássicos da década de 50 e 60. Sou suspeita para falar porque gosto muito mesmo. Nessa época, com menos recursos tecnológicos para efeitos especiais, diretores tiravam água de pedra e criavam histórias mais intensas e personagens mais cativantes com imagens que eu não sei como podiam ser mais bonitas do que as atuais.

Nesses lindos filmes, alguns artistas se destacavam mais que os outros... por isso, há muito tempo atrás me encantei com o post da minha querida amiga do blog Doces Romances e resolvi também eleger minhas divas do cinema antigo e os divos também, é claro!!


1- Doris Day

A minha preferida! A criatura mais simpática dos filmes antigos. Ela canta, é hilária e linda...


2 - Julie Andrews

Nunca achei a Julie Andrews assim tão linda, apesar do rosto muito bonito, mas como A noviça Rebelde é meu filme preferido de SEMPRE, ela está nesta lista com louvor!


3- Eleanor Parker


Como eu disse anteriormente eu sempre fui apaixonada pela Noviça Rebelde e tinha um ódio mortal da Baronesa que queria roubar o capitão Von Trapp da Maria... depois que vi um filme imperdível chamado Scaramouche, falei: Puxa, que mulher linda! E era essa a própria baronesa!!! Ela entra na lista!


4- Elizabeth Taylor


Bem, eu acho que sou a única pessoa no mundo que não acha a Elizabeth Taylor bonita, mas ela merece um posto na minha lista porque fez um filme maravilhoso com o Rock Hudson (Assim caminha a humanidade), e só por ter contracenado com ele, ela já é diva! Ah, e quem nasce com olhos violeta sem precisar de lente de contato é no mínimo privilegiada!


5- Audrey Hepburn


Além de linda, está para nascer uma mulher mais delicada do que ela...


AGORA A MELHOR PARTE...


1- Rock Hudson


O divo dos divos!!!! Lindo e ótimo ator!!!! Meu favorito e da minha mãe, e da minha avó...


2- Marlon Brando


O poderoso chefão... muito bonito, apesar de ter uma voz feia!


3- Robert Redford


Esse foi em homenagem à minha mamy! Mas merece o posto com louvor também na minha opinião...

4- Christopher Reeves

Todas as vezes que eu coloco o nome dele no Google, me dá vontade de chorar ao ver suas fotos na cadeira de rodas... um ator promissor com um rosto perfeito... Em algum lugar do passado é lindo e merece ser visto mil vezes!


5- Richard Chamberlain


Vi e amei Pássaros Feridos... e amei o padreco indecido, interpretado por ele... o livro é maravilhoso também!


Pessoal, minha lista fica por aqui. Existem muitas divas e divos ainda para serem homenageados e filmes que merecem ser vistos... deixo aqui a dica, afinal, alguns deles podem ser facilmente baixados na internet ou encontrados no Submarino para comprar! Na maioria, valem mais a pena do que muitos que são feitos hoje, cheios de sangue, cenas de sexo desnecessárias e palavreado tosco.

Campanha: Vamos assistir mais filmes clássicos!!!!

Bjs

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Um sonho de amor - Nora Roberts


"Talvez você tenha razão. Eu a quero, Margo. Há uma porção de coisas incríveis, sórdidas e indescritíveis que eu gostaria de fazer com você!"

Um sonho de amor é o livro que inicia a trilogia do Sonho, uma das mais aclamadas da minha diva Nora Roberts. A trilogia conta a história das amigas Margo, Kate e Laura, criadas juntas na bela propriedade dos Templeton.

O primeiro livro fala de Margo, a filha da devotada governanta da família. Dotada de uma beleza incrível, ela nunca estava satisfeita com nada, tanto que largou tudo e foi tentar a sorte como modelo na Europa. Depois de anos ela volta para casa falida, com uma penca de escândalos na bagagem e vários sonhos despedaçados mas encontra conforto na mãe, nas duas amigas e em Joshua Templeton, irmão de Laura, filho dos donos da casa que desde menino é apaixonado por Margo.

Decidida a mudar de vida, Margo junto com suas amigas, cria a loja Pretenses, onde inicialmente iria vender apenas seus pertences mais valiosos (que eram muitos) para saldar suas dívidas, mas é claro que o empreendimento vira um sucesso.

Bem, já dá para perceber pela primeira frase do post, que a relação de Josh e Margo é quente! Aliás, marca registrada dos livros da tia Nora. Josh é lindo, teimoso, provocador e um pouquinho mulherengo... ai, ai! Os dois brigam como cão e gato desde que eram crianças e para ficarem juntos é um parto, mas isso faz a história ser ainda mais divertida!

Se eu recomendo? É claro que sim... é Nora Roberts!!! E isso é mais do que um atestado de comprovação de que a história é boa, romântica, sensual e fascinante!

A música que eu escolhi e que me lembrou esse livro foi uma muito antiga, saída de um Good Times, cuja letra é exatamente a história de Margo, a menina que queria fazer sucesso em Hollywood e que com isso poderia perder o homem que a amava. Ah, essa versão do Pedro Mariano é de doer!